Casa & Jardim

Plantas ornamentais: principais espécies e características do setor

No setor de horticultura no Brasil, o mercado de plantas ornamentais movimenta bilhões de reais, impulsionado pela demanda por paisagismo e decoração de ambientes internos e externos. Essas plantas, essenciais para o setor, variam de espécies resistentes a diferentes climas a opções para áreas sombreadas, impactando positivamente a estética urbana e residencial.

O setor de plantas ornamentais no Brasil movimenta bilhões de reais, com espécies variadas que atendem a diferentes climas e usos, contribuindo para a estética urbana e residencial - Foto: Reprodução.
O setor de plantas ornamentais no Brasil movimenta bilhões de reais, com espécies variadas que atendem a diferentes climas e usos, contribuindo para a estética urbana e residencial – Foto: Reprodução.

Plantas ornamentais destacam-se por sua beleza estética, sendo amplamente utilizadas em paisagismo de jardins e áreas externas, além de ambientes internos. Características como floração, folhagem e o aspecto do caule são fatores importantes na escolha e identificação dessas espécies.

A história das plantas ornamentais remonta ao século 30 a.C., com registros em pinturas da Civilização Minóica, em Creta. A seleção dessas plantas era baseada principalmente no aspecto visual, e ao longo do tempo, a combinação de diferentes espécies possibilitou resultados exclusivos e variados.

Com a chegada dos europeus às Américas em 1492, a diversidade de plantas ornamentais aumentou devido à introdução de novas espécies e características. Essa mistura resultou em plantas com maior resistência a diferentes climas, além de folhas e flores com formatos e tamanhos variados.

As melhores plantas ornamentais para cada espaço

A escolha das plantas ornamentais adequadas depende de fatores como disponibilidade de sol, capacidade de irrigação, espaço disponível e o objetivo do projeto. Além disso, aspectos visuais e a harmonia com o ambiente também são considerados na seleção.

Para áreas com boa incidência de sol, espécies como Buganvílias (também conhecidas como árvore da primavera) e palmeiras são frequentemente utilizadas. As Buganvílias, por serem trepadeiras, são ideais para contornar portas, entradas e corredores, criando composições verdes e floridas.

Palmeiras são opções clássicas em jardins, mas a escolha do tipo deve considerar o tamanho do espaço. Algumas espécies podem atingir alturas de até 40 metros, como a palmeira imperial, o que pode não ser adequado para todos os projetos.

Em locais com pouca luz solar, plantas como hortênsia, antúrio e Estrelítzia são boas alternativas. A hortênsia oferece uma variedade de cores, enquanto o antúrio apresenta folhas e flores características. A Estrelítzia lembra um pássaro pousando em uma flor, criando um efeito visual interessante.

Iuca e Espada de São Jorge são opções tradicionais para áreas sombreadas, combinando bem com diferentes composições. Cactos também podem ser utilizados, dependendo do objetivo do projeto, assim como lírios e orquídeas, que acrescentam cor e variedade.

Como cuidar das plantas ornamentais

A estética das plantas ornamentais depende do respeito às suas necessidades de iluminação e irrigação. Além disso, o uso de fertilizantes específicos, formulados para atender às particularidades dessas espécies, é fundamental para manter a saúde e a beleza das plantas.

O fertilizante Azobel, com 45% de nitrogênio, é uma opção eficiente, podendo ser utilizado em diferentes tipos de solo, clima e fases de desenvolvimento das plantas. Ele fornece um nutriente essencial para o crescimento vegetal.

Outra alternativa é o fertilizante Azophoska, que possui uma fórmula balanceada com os principais nutrientes NPK, além de cálcio e enxofre. Diversas opções de fertilizantes estão disponíveis para garantir a saúde e a beleza das plantas ornamentais.

Fonte: Bel Agro.