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Chuvas atrasam colheita de arroz no RS, mas garantem irrigação das lavouras

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul avançou lentamente nos últimos dias devido às chuvas e à alta umidade do ar. As condições climáticas dificultaram a secagem dos grãos e impactaram o trânsito nas áreas de colheita. Apesar do grande volume de precipitação, não houve danos expressivos às lavouras maduras, embora ventos fortes …

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul avançou lentamente nos últimos dias devido às chuvas e à alta umidade do ar. As condições climáticas dificultaram a secagem dos grãos e impactaram o trânsito nas áreas de colheita. Apesar do grande volume de precipitação, não houve danos expressivos às lavouras maduras, embora ventos fortes tenham causado acamamento em algumas regiões.

Reprodução/freepik

Os produtores seguem atentos à frequência das chuvas, que impede a redução da umidade dos grãos e dificulta o transporte da safra. O excesso de barro nas estradas compromete o deslocamento de máquinas e caminhões, atrasando o escoamento da produção. Com muitas áreas prontas para a colheita, o ritmo da atividade depende de melhorias nas condições climáticas nas próximas semanas.

Por outro lado, as chuvas recentes eliminaram o déficit hídrico registrado em períodos anteriores e garantiram níveis adequados de água nos reservatórios. A disponibilidade hídrica favorece a conclusão do ciclo de irrigação das lavouras plantadas tardiamente, em dezembro.

Mesmo com os desafios climáticos, a produtividade das lavouras tem se mantido em um patamar satisfatório. A estimativa aponta uma média de 8.376 kg/ha, reforçando o bom desempenho da safra,

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul avançou lentamente nos últimos dias devido às chuvas e à alta umidade do ar. As condições climáticas dificultaram a secagem dos grãos e impactaram o trânsito nas áreas de colheita. Apesar do grande volume de precipitação, não houve danos expressivos às lavouras maduras, embora ventos fortes tenham causado acamamento em algumas regiões.

Os produtores seguem atentos à frequência das chuvas, que impede a redução da umidade dos grãos e dificulta o transporte da safra. O excesso de barro nas estradas compromete o deslocamento de máquinas e caminhões, atrasando o escoamento da produção. Com muitas áreas prontas para a colheita, o ritmo da atividade depende de melhorias nas condições climáticas nas próximas semanas.

Por outro lado, as chuvas recentes eliminaram o déficit hídrico registrado em períodos anteriores e garantiram níveis adequados de água nos reservatórios. A disponibilidade hídrica favorece a conclusão do ciclo de irrigação das lavouras plantadas tardiamente, em dezembro.

Mesmo com os desafios climáticos, a produtividade das lavouras tem se mantido em um patamar satisfatório. A estimativa aponta uma média de 8.376 kg/ha, reforçando o bom desempenho da safra,