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Vagas na Polícia Penal RN São 260 vagas com salários de até R$ 5,6 mil

O Governo do Rio Grande do Norte abriu 260 vagas no sistema penitenciário, sendo 200 para Policial Penal e 60 para funções de assistência (Psicologia, Serviço Social, Psiquiatria e Terapia Ocupacional), com salários de até R$ 5.681,78; as inscrições podem ser feitas pelo site do Instituto Avalia até 27 de julho de 2026, mediante pagamento de R$ 130, e envolvem etapas como prova objetiva, teste físico e avaliação psicológica. Os candidatos precisam ter graduação na área, CNH, idade entre 18 e 45 anos e atender aos requisitos específicos de cada cargo, com processos seletivos que incluem provas, avaliações físicas e cursos de formação, além de cadastro de reserva para futuras nomeações.

Polícia Penal RN oferece 260 vagas para nível superior, com salários de até R$ 5.681,78, e provas agendadas para setembro - Foto: Click Petróleo e Gás / Reprodução.
Polícia Penal RN oferece 260 vagas para nível superior, com salários de até R$ 5.681,78, e provas agendadas para setembro – Foto: Click Petróleo e Gás / Reprodução.

Profissionais com formação superior podem disputar 260 vagas no sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, com remunerações iniciais entre R$ 3.500 e R$ 5.681,78. As inscrições permanecem abertas até as 23h59 de 27 de julho de 2026, pelo site do Instituto Avalia, responsável pela organização.

O edital nº 002/2026 detalha a carreira de Policial Penal e funções de assistência penitenciária nas áreas de Psicologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional e Psiquiatria. Além das nomeações imediatas, haverá formação de cadastro de reserva.

A seleção foi aberta pelo Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Administração e da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária. Os aprovados serão contratados pelo regime estatutário, que garante estabilidade após o cumprimento das exigências legais.

Concurso Polícia Penal RN 2026

A maior parte das oportunidades está destinada ao cargo de Policial Penal. São 200 vagas imediatas, sendo 140 para ampla concorrência, 40 reservadas por critério étnico-racial e 20 para pessoas com deficiência.

Para concorrer, é necessário diploma de graduação em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação. O edital também exige idade mínima de 18 anos e máxima de 45 anos. O vencimento básico para a função é de R$ 5.681,78.

Os candidatos a Policial Penal passarão por prova objetiva, teste de aptidão física, avaliação psicológica, exame toxicológico e investigação social. Os aprovados também participarão do curso de formação profissional.

Outras 60 vagas foram distribuídas entre quatro especialidades voltadas à assistência às pessoas atendidas pelo sistema penitenciário. Para essas funções, é exigida graduação na área e registro no conselho profissional. Médicos também precisam de especialização em Psiquiatria.

Confira a distribuição das oportunidades, organizada por quantidade de vagas:

Todas as funções terão cadastro de reserva. A idade mínima para os especialistas é de 18 anos. Do total de vagas, 20% são destinadas a candidatos negros e 10% reservadas para pessoas com deficiência.

Como fazer a inscrição no concurso Polícia Penal RN?

A inscrição deve ser feita pelo site do Instituto Avalia. O período começou às 10h de 22 de junho e termina às 23h59 de 27 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 130, com pagamento até 31 de julho, respeitando a data de vencimento.

Inscreva-se aqui

Candidatos podem solicitar o uso de nome social até o encerramento das inscrições. O resultado das inscrições será divulgado em 5 de agosto. Recursos contra indeferimentos podem ser apresentados entre 5 e 7 de agosto, conforme o motivo.

Quem pode solicitar a isenção de R$ 130?

A solicitação de gratuidade ocorreu entre 22 e 24 de junho. O envio dos documentos comprobatórios foi até 25 de junho às 23h59.

O benefício é destinado a candidatos que atendam às seguintes condições:

  • pessoas com deficiência;
  • doadoras regulares de leite materno;
  • integrantes de famílias cadastradas no CadÚnico;
  • eleitores convocados ou nomeados pela Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte.
  • Recursos contra indeferimento da isenção podem ser enviados em 6 e 7 de julho.
  • Provas serão realizadas em quatro cidades.

A prova objetiva está prevista para 13 de setembro de 2026, em Natal, Caicó, Mossoró ou Pau dos Ferros. Os candidatos a Policial Penal farão a prova pela manhã, e os candidatos às funções de Especialista em Assistência Penitenciária, à tarde.

O cartão de confirmação com local, horário e informações será disponibilizado a partir de 4 de setembro. O gabarito preliminar está previsto para 14 de setembro.

A prova objetiva terá 100 questões, valendo até 145 pontos.

Todos responderão a 100 questões. A pontuação máxima é de 145 pontos, e a eliminação ocorre quem obtiver menos de 73 pontos. O conteúdo será comum às duas carreiras, com disciplinas específicas e quantidade de perguntas diferentes.

Entre os conhecimentos gerais, os participantes responderão:

10 questões de Direito Administrativo;

5 perguntas de Ética no Serviço Público;

  • 15 questões de Língua Portuguesa;
  • 10 questões de Direitos Humanos;
  • 5 perguntas de História e aspectos geoeconômicos do Rio Grande do Norte;
  • 10 questões de Direito Constitucional.
  • Essas 55 questões valem um ponto cada.
  • Disciplinas específicas para Policial Penal.

Na avaliação de segurança, 45 questões terão peso de dois pontos cada, divididas assim:

Somadas às questões gerais, a prova totaliza 145 pontos. O resultado determinará os candidatos convocados para as fases seguintes, incluindo o teste físico.

Especialistas responderão a 30 questões sobre a própria profissão.

Candidatos a Psicologia, Serviço Social, Psiquiatria e Terapia Ocupacional responderão a 15 questões de Execução Penal, valendo dois pontos cada, além de 30 questões específicas da área, totalizando 60 pontos.

A composição da parte de maior peso será:

30 questões específicas do cargo, totalizando 60 pontos;

15 questões de Execução Penal, com peso de 30 pontos.

  • Especialistas não farão teste físico nem curso de formação. Após a prova, as etapas serão avaliação psicológica, exame toxicológico e investigação social, todas eliminatórias.
  • O teste de aptidão física incluirá corrida, abdominal e barra.

O teste será aplicado somente aos candidatos a Policial Penal convocados após a prova objetiva, com uma tentativa por exercício. Desempenho abaixo do mínimo resultará em eliminação.

Na corrida de 12 minutos, homens deverão percorrer pelo menos 2.000 metros; mulheres, 1.600 metros. Caminhar é permitido, mas parar não.

A avaliação abdominal durará 60 segundos, com costas apoiadas, joelhos flexionados, braços cruzados e pés fixados.

Os índices mínimos são:

15 repetições para homens;

10 repetições para mulheres.

  • Na barra fixa, homens deverão fazer ao menos três movimentos completos com as palmas para frente, elevando o queixo acima do equipamento. Mulheres deverão permanecer suspensas, com o queixo acima da barra, por pelo menos cinco segundos.
  • Atestado médico será obrigatório no TAF.

O candidato deve chegar ao local do teste físico com antecedência de 30 minutos, usando roupa adequada e documento de identidade.

Também é necessário apresentar atestado médico original ou cópia autenticada, emitido há no máximo 30 dias, declarando aptidão para exercícios físicos.

A ausência do atestado ou da palavra “apto” resultará em eliminação. Não haverá adiamentos ou tratamentos diferenciados por condições temporárias.

A banca filmará as atividades. A entrada de acompanhantes ou terceiros será proibida. Porte de arma de fogo deverá ser entregue à coordenação antes do teste.

As etapas variam conforme a carreira.

Para Policial Penal, o processo inclui seis fases:

prova objetiva;

teste de aptidão física;

  1. avaliação psicológica;
  2. exame toxicológico;
  3. investigação social;
  4. curso de formação profissional.
  5. O curso será eliminatório e classificatório. As avaliações posteriores à prova objetiva também serão eliminatórias.
  6. Para os especialistas, o processo terá quatro etapas:

exame objetivo;

avaliação psicológica;

  1. teste toxicológico;
  2. investigação social.
  3. O edital pode excluir candidatos que atendam a critérios específicos, mesmo que atinjam os 73 pontos mínimos na prova escrita.
  4. O prazo de validade do concurso é de até quatro anos.

Após homologação, o concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois anos.

Assim, o certame poderá ser utilizado para nomeações por até quatro anos, incluindo cadastro de reserva para futuras convocações, conforme necessidade.

Candidatos devem acompanhar os próximos marcos do processo.

Fonte: Click Petróleo e Gás.