
O entendimento foi consolidado após três anos de negociações e envolve uma empresa brasileira do setor agropecuário e uma entidade da Índia. Essa parceria reforça o reconhecimento internacional da excelência genética desenvolvida pelos criadores brasileiros ao longo das últimas décadas.
Embora a Índia seja a origem do zebu, o país passará a importar genética mais eficiente e produtiva, resultado de programas de melhoramento genético realizados no Brasil. A expectativa é que essa troca impulsione ganhos de produtividade no setor leiteiro indiano.
Especialistas do setor destacam que essa iniciativa fortalece a cooperação bilateral e abre caminho para futuras trocas de material genético entre as nações. O acordo também é considerado um marco na Expozebu 2026, consolidando o papel do Brasil como protagonista no desenvolvimento de genética zebuína de alto desempenho.
Além das questões pecuárias, a Índia vem avançando em políticas de transição energética, propondo novas regras para ampliar o uso de combustíveis com maior teor de etanol, como o E85 e o E100, com o objetivo de diminuir a dependência de petróleo e fomentar o uso de biocombustíveis.
Fonte: Planeta Campo.








