Economia

Exportações brasileiras crescem na primeira semana de julho de 2026

O resultado foi puxado principalmente pelo crescimento nas vendas de óleos brutos de petróleo, que avançaram 134,5% no período. Também se destacaram as exportações de algodão em bruto, com alta de 90,5%, e de óleos combustíveis, que cresceram 243,6%.

Foto: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

As exportações brasileiras começaram julho em ritmo de crescimento e alcançaram US$ 5,89 bilhões na primeira semana do mês, alta de 40,6% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados preliminares da balança comercial apontam que o avanço das vendas externas ajudou o país a registrar superávit de US$ 2,27 bilhões no período.

As importações também cresceram, mas em ritmo menor. As compras externas somaram US$ 3,62 bilhões, aumento de 10,4% na comparação anual. Com isso, a corrente de comércio, que representa a soma de exportações e importações, chegou a US$ 9,51 bilhões, crescimento de 27,3%.

Entre os setores, a indústria extrativa teve o maior avanço nas exportações, com alta de 81,7% e vendas de US$ 1,76 bilhão. A indústria de transformação também apresentou desempenho positivo, com crescimento de 39,4%, chegando a US$ 3,17 bilhões. Já a agropecuária registrou alta de 1,5%, com US$ 950 milhões em embarques.

O resultado foi puxado principalmente pelo crescimento nas vendas de óleos brutos de petróleo, que avançaram 134,5% no período. Também se destacaram as exportações de algodão em bruto, com alta de 90,5%, e de óleos combustíveis, que cresceram 243,6%.

No acumulado de janeiro até a primeira semana de julho de 2026, as exportações brasileiras somaram US$ 190,66 bilhões, aumento de 11,8% frente ao mesmo período do ano passado. As importações chegaram a US$ 146,03 bilhões, crescimento de 5,4%.

Com esse desempenho, o saldo comercial acumulado no ano ficou positivo em US$ 44,63 bilhões, alta de 39,2% na comparação com 2025. A corrente de comércio no período alcançou US$ 336,70 bilhões, avanço de 8,9%.

As informações estão disponíveis no site oficial da balança comercial.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.