
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), foi lançada nesta terça-feira (24) a Agenda Brasil Mais Competitivo, uma iniciativa que reúne 24 projetos prioritários voltados para o fortalecimento da competitividade da economia brasileira. A estratégia, coordenada pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR), tem como objetivo potencializar a economia nacional, estimada em R$ 341,6 bilhões anuais.
A Agenda Brasil Mais Competitivo sucede a antiga Agenda de Redução do Custo Brasil e amplia seu escopo, incluindo fatores que influenciam a competitividade do país. Entre as áreas contempladas estão melhorias regulatórias, transformação digital, inovação, inserção internacional e ambiente de negócios.
Durante o lançamento, o ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, destacou a importância de consolidar a busca por competitividade como uma política de Estado. Segundo ele, a ausência de uma agenda contínua pode gerar custos elevados ao país, dificultando a retomada do crescimento econômico após períodos de hesitação.
O ministro também reforçou que a indústria brasileira voltou a crescer após 14 anos de declínio. Ele afirmou que a Nova Indústria Brasil foi estruturada para ser uma política de Estado, orientada por seis missões que visam o desenvolvimento produtivo do país.
Três eixos para impulsionar a competitividade
Os projetos estão organizados em três eixos de atuação: infraestrutura, insumos básicos e ambiente jurídico-regulatório. Segundo Pedro Ivo, secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, a carteira de ações busca melhorar o ambiente de negócios, aumentar a produtividade e reduzir obstáculos ao desenvolvimento.
De acordo com ele, a Agenda consolida iniciativas construídas em diálogo com a sociedade e o setor produtivo, voltadas à modernização regulatória, à eficiência econômica e à criação de condições mais favoráveis para investimentos e produção no Brasil.
Os 24 projetos que integram a Agenda Brasil Mais Competitivo foram selecionados por meio de uma consulta pública realizada na plataforma Brasil Participativo, entre março e maio deste ano, recebendo ao todo 273 contribuições.
Participaram do lançamento representantes de entidades como o BNDES, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), além de membros do Movimento Brasil Competitivo (MBC).
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.








